Quando o estudante busca aprender e praticar uma língua diferente da que lhe é própria pelo nascimento, esforça-se em disciplinas diversas.
Horário adequado.
Apadtação ao professor.
Ingresso em cultura estranha.
Consultas a novas autoridades.
Entretanto, para senhorear o idioma, não pode ater-se ao movimento de superfície.
Não adianta decorar-lhe o extenso vocabulário.
Não basta possuir-lhe a gramática.
Não vale apenas lê-lo com certa facilidade.
Não é suficiente a capacidade de fazer traduções e versões.
É preciso conquistar a elaboração mental na língua, e, portanto, pensar nela, sem o que todo o conhecimento respectivo se fará incompleto.
"Pensar no Idioma" é "viver com ele".
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Quando a criatura busca aprender e praticar o Espiritismo, esforça-se igualmente em disciplinas diversas.
Frequencia às reuniões doutrinárias.
Adesão aos princípios superiores.
Acesso a novos hábitos.
Estudo reedificante.
Entretanto, para assimilar o Espiritismo, ninguém pode permanecer nos movimentos de superfície.
Não adianta recitar-lhe os ensinamentos.
Não basta reter-lhe os livros nobres.
Não vale apenas saber comentá-lo em palestras de salão.
Não é suficiente confessar-se alguém adepto apaixonado, por haver encanado uma perna ou aliviado essa ou aquela víscera doente.
É preciso mentalizar o Espiritismo e raciocinar com ele, sem o que toda a experiência espírita se fará incompleta.
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Certifique-se de semelhante verdade e não faça da Doutrina Espírita um mapa de fenômenos em que você possa acreditar, mas sim um código de verdade em que você pode, deve e precisa viver...
Pelo Espirito de Valerium
Do livros: Bem-Aventurados os Simples.
Psicografia de Waldo Vieira.
Muito Bom!! =) Continuaçao de um óptimo trabalho!!
ResponderEliminarÉ esse código de verdades que a Doutrina Espírita nos ensina, que devemos viver o nosso dia a dia. É na prática dos ensinamentos dos Espíritos Superiores e acima de tudo do Nosso Amado Mestre Jesus, que devemos vivê-la.
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